Os insetos também amam

O evento que participei ontem constatou uma máxima que eu já sabia: os insetos me amam. De todas as lâmpadas, somente uma atraiu todos eles com hora marcada: a que estava sobre a minha cabeça. Besouros, mosquitos, projetos de tanajura, uma grande variedade de insetos entrando pelas minhas narinas, boca, ouvido, olhos. Isso me fez lembrar do dia da inauguração do Centro de Referência de Assistência Social, há 2 anos, no Bairro São Sebastião, quando eu fui atacada por abelhas no meio da multidão na hora do Hino Nacional. Toda a gente em posição de sentido e eu me estapeando toda. Perdi a fala das autoridades e as fotos ficaram tortas, mas não perdi a piada.

O ataque de ontem durou poucos minutos, mas foi o suficiente pra um determinado mosquito escorregar para dentro do meu short pela parte de trás e a presença dele foi sentida durante todo o evento através de uma dorzinha fina como um sutil beliscão.

Mas, pensando bem, não só os insetos têm verdadeira adoração pela minha pessoa. As malas também estão nessa categoria. Certa vez eu estava voltando de Fortaleza para Ubajara no ônibus da Empresa Ipú Brasília (não desejo esse mal pra ninguém), quando fui surpreendida por uma mala que caiu do bagageiro sobre a minha cabeça. Eu não preciso ser fera em estatística para concluir que com 44 assentos, uma mala teria a probabilidade de cair em 22 cabeças, pois 22 são os assentos do corredor – mas claro, eu tinha que ser a felizarda!

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