Cinderela Baiana, um clássico brasileiro no Cine Marmota 

Se você acha que vou dizer que Cinderela Baiana é um dos piores filmes brasileiros de todos os tempos, está totalmente certo. Mas o que um filme como esse estaria fazendo aqui no blog?

Senta que lá vem a história…

Sociedade Cinéfila é o nome de um grupo privado no WhatsApp administrado por Bruno Barros, Gessyca Lago, Hugo França e Michel Chelala. Aproximadamente 15 participantes se reúnem uma vez por semana via Discord (app de comunicação instantânea) para debater o filme que vence a enquete.

Acontece que Cinderela Baiana jamais entraria nessa competição, porque a prioridade da SC é discutir FILMES DE VERDADE… Então, dos bastidores da Sociedade Cinéfila nasceu o famigerado…

Cine Marmota! 🦥

A Carla Perez que me perdoe, mas antes de resenhar Cinderela Baiana vou falar um pouco sobre o Cine Marmota. Todos os meses um filme é escolhido na nossa roleta russa virtual. Nessa modalidade, assistimos ao filme em tempo real (também pelo App Discord).

Pneu Assassino (2010), Anaconda (1997), Eu Sei Quem Me Matou (2007), Mãe e Pai (2017) e The Room (2003) são alguns títulos que corajosamente nós vimos na sessão extraordinária. Aliás, eu registrei a minha experiência inesquecível com The Room aqui

Apenas os fortes participam do Cine Marmota… só quem aguenta lavar os olhos com água sanitária quando o filme acaba…

Sou eu, @blogdamnq, jornalista, marketeira e metida a blogueirinha. A @gessyca_lago é diva em tempo integral e designer nas horas vagas. O @leokphs é sofredor do ENEM e produtor de conteúdo na página @the.cinefilos.brasil. O @victorlealc_ cursa psicologia e, para a nossa alegria, volta e meia faz um estudo de personagem multifacetado do cinema.

Cinderela Baiana (1988) 👩

Com direção de Conrado Sanchez, Cinderela Baiana é um filme lançado em 1998, quando o Brasil sofria o auge do grupo de pagode É o Tchan! Gravado em fita VHS, o longa-metragem se popularizou nos anos 2000, quando a internet permitiu que cenas hilárias da obra fossem publicadas. 

Conta a história da menina Carlinha, que já nasce dançando sem música no interior de Salvador. Depois que sua mãe morre em decorrência de uma tosse que a ‘rezadeira’ não conseguiu curar, o pai a leva embora para a capital. 

Chegando lá, a garotinha que vagava faminta pelas ruas do bairro cresce e se torna uma dançarina bem-sucedida. Com exceção de Lázaro Ramos, que faz um amigo de Carla, parece que os atores estão lendo o texto por uma espécie de teleprompt do além…

O empresário de Carla é um cara sinistro que quer tirar uma casquinha da loira, mas ela só tem olhos pro Alexandre Pires: “Acho que estou precisando de um namoraaaado”. Uma das cenas mais engraçadas é quando ela vai a um hospital visitar crianças com câncer e dá tamancos de salto plataforma de presente. Sério mesmo.

A coisa piora com o monólogo da rainha do É o Tchan! contra o trabalho infantil:

“Menina, me dê isso! (uma enxada que foi jogada pra longe). Você deveria estar brincando e estudando! E não jogada na estrada, ganhando uns míseros trocados para matar a fome…”

Não ligue para os spoilers, ainda vale a pena assistir com ozamigos!

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