Linkedin é o mais novo ‘boyfriend’ da era digital

Há bem pouco tempo o Linkedin era só aquela plataforma que você publicava suas experiências profissionais e pronto. Não existia a necessidade de acessar o site diariamente. E como ele está aos poucos deixando de ser um reles colega de trabalho para se tornar o melhor amigo?

Em julho deste ano, recebi um convite para escrever no que seria uma espécie de blog do Linkedin – pelo menos foi o que entendi. Acessei o site, procurei entender como aquilo funcionava e publiquei um texto que tinha redigido recentemente para meu blog a respeito de um filme, só pra fazer um teste. Houve uma visualização modesta. Naquele momento eu não tinha compreendido o fenômeno que isso se tornaria, até o dia em que passei um feedback no post do Alex Moraes e ele comentou que tinha publicado também no Pulse do Linkedin. Voltei lá pra conferir.

O Pulse é um agregador de notícias que exibe informações de acordo com as suas preferências. É uma espécie de Revista Eletrônica onde você também pode publicar seus artigos e manter uma audiência fiel de leitores por um simples motivo: o público que frequenta o Linkedin está disposto a LER. Simples assim. Muito diferente de outras redes sociais que servem exclusivamente como entretenimento.

As estatísticas do artigo que é publicado apontam dados demográficos sobre seus leitores. No último artigo que publiquei tive acesso a essas informações: 20% das pessoas que leram meu conteúdo são da área de Marketing e Publicidade, outros 20% da área de Tecnologia da Informação. 45% do total de leitores são da região de São Paulo e 20% são vendedores. Isto é ou não é um raio X muito doido?

Segundo a Revista Veja, o Linkedin anunciou recentemente a compra do Lynda.com, um site de cursos online que custou 1,5 bilhão de dólares. Essa aquisição permitirá que os 350 milhões de usuários acessem a plataforma para melhorar suas habilidades.

A mesma revista divulgou ainda que Mark Zuckerberg, desenvolvedor do Facebook, está planejando a criação de uma rede similar – não é uma surpresa. Quem dera eu pudesse dar um conselho de amiga ao Linkedin: precisa melhorar interface e usabilidade.

Monique Gomes é jornalista freelancer, blogueira, certificada em Marketing de Conteúdo pela Rock Content, Co-fundadora do Projeto TM Fácil.

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