Em defesa das vírgulas excluídas

Eu acredito que não é só o fato de eu ter estudado letras, nem jornalismo, mas o meu gosto pela leitura e a paixão por escrever instalaram uma espécie de corretor ortográfico 24 horas na minha pobre mente.

Claro que eu estou sujeita a errar quando escrevo, mas sou cautelosa.

Noite dessas, depois da segunda caipirinha, estava eu de frente para o ônibus do cantor Vicente Nery em uma festa qualquer aí.

Bati os olhos na frase que estampava a tatuagem no braço esquerdo dele e… pimba!

Senti falta da vírgula.

A frase é a seguinte:

“Obrigado meu Deus!”.

Trata-se de um vocativo, portanto, a vírgula não deve ser ignorada.

Era para ser escrita assim, então:

“Obrigado, meu Deus!”,

assim como:

‘Meus Deus, obrigado!’.

A ausência da vírgula no vocativo já está se tornando comum no meio da internet, por isso que eu estou aqui para levantar essa bandeira.

A bichinha ainda não foi abolida da pontuação, não, viu?

Respeito é bom e ela gosta! 😉

 

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