Segregadas pelo desmatamento desenfreado, as florestas de pau-brasil foram o registro da primeira atividade econômica dos portugueses em território brasileiro. Das árvores eram extraídas a brasileína, um pó avermelhado para o tingimento de tecidos, enquanto a madeira era propícia para a fabricação de móveis.
Portugal, que antes adquiria a brasileína por intermédio dos mercadores que vinham do Oriente, visualizando um futuro promissor pela frente, tornou a exploração do Pau-Brasil posse exclusiva da Coroa.
Os índios eram facilmente convencidos a trabalhar na extração das árvores, pois o homem branco, se aproveitando da ingenuidade deles, os seduziam com presentes, quinquilharias ou objetos como espelhos, facões, machados, entre outras coisas, como forma de pagamento.
O pau-brasil foi considerado extinto, quando em 1928 verificou-se a existência de uma árvore na Estação Ecológica da Tapacurá, em Pernambuco.
O Parque Nacional de Ubajara, unidade de conservação na Serra da Ibiapaba, mantém algumas dessas testemunhas vivas no Centro Administrativo do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade – ICM BIO. Lá, os visitantes podem apreciar o paisagismo do pau-brasil e outras árvores majestosas que ajudam a vivenciar a História do Brasil.
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