Em entrevista à CartaCapital, Clara Averbuck fala sobre o livro infanto-juvenil “Eu quero ser eu”

O que eu quero é basicamente mostrar às meninas que elas não precisam viver para corresponder as expectativas nem masculinas e nem de grupo algum. É duro falar isso em 2014, mas as mulheres ainda são criadas para obter aprovação masculina. É só olhar a capa das revistas femininas, tudo gira em torno de um falso “poder” que é todo baseado em competição entre mulheres (“as invejosas”, ronc fiu) e mostrar aos homens como a mulher é incrível, linda, magra, poderosa, multitarefas, magra de novo e delicada porém imbatível. São muitas mensagens conflitantes. Se esse ideal de mulher já é nocivo para as adultas, imagina para as meninas que estão crescendo? Isso tem que ser quebrado e  tem que surgir um novo arquétipo de mulher na literatura, no cinema em todos os lugares. Já está surgindo: Frozen, por exemplo, é um filme com ideais feministas, como sororidade (termo comum ao feminismo, que significa uma espécie de fraternidade entre as mulheres que se reconhecem irmãs) e liberdade. No meu livro também há vários questionamentos acerca de estereótipos de gênero e uma quebra de expectativa de amor romântico, mas não vou dar spoiler!”

Entrevista completa aqui

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