“Apresso-me a rir de tudo, com medo de ser obrigado a chorar”, disse Pierre Beaumarchais

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A primeira vez que eu entrei na Biblioteca Marta Giffoni passei pela seção de humor e foi ali que um livro me escolheu:  Os 100 melhores contos de humor da literatura universal, organizado por Flávio Moreira da Costa. Não vou dizer que é o tipo de livro que vai fazer você rir, até porque não é o objetivo da obra. É um acervo dos conteúdos mais relevantes (aos olhos do organizador), desde 1800 e lá vai pedrada, de Esopo a escritores contemporâneos. Interessante para quem deseja fazer uma análise histórica da forma com que o humor literário se desenvolveu com a sociedade. O conto que eu mais gostei foi A história de uma traça, por Paulo Corrêa Lopes (um poeta gaúcho pouco conhecido que viveu entre os anos 1898 a 1957). Começa assim:

“Conheci uma traça que se tornou espírita por ter passado uma temporada dentro de um volume de Allan Kardecc. Nunca vi um espetáculo mais engraçado do que ouvi-la dissertar sobre a teoria da reencarnação para o aperfeiçoamento das almas…”

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