Em defesa do homem

É pública e notória a constatação de que depois da Lei Maria da Penha, nós, mulheres, sentimos um amparo maior da justiça – em parte, porque muitas ainda silenciam. A lei entrou em vigor somente em 2006 e precisou que uma mulher sensibilizasse as autoridades com os maus tratos que sofreu do marido por seis anos, como tentativas de assassinato por eletrocução, estrangulamento e afogamento, além de um tiro que a deixou paraplégica.

Longe de criticar a Lei Maria da Penha, mas o homem também precisa de políticas de proteção. A sociedade e as autoridades precisam tirar a venda dos olhos e acabar com o tabu sobre esse assunto, pois a cada dia que passa se torna mais comum os casos em que homens sofrem agressões físicas e morais de ex-companheiras, namoradas, esposas.

Aos olhos do senso comum, uma mulher é desprovida de forças capazes de agredir um homem fisicamente. Engana-se quem pensa assim. Há registros que apresentam casos bárbaros, como mulheres que provocam incêndio no corpo do companheiro com álcool, tentativas de assassinato com garrafa quebrada e até decepar o pênis. Enfim, para essas atrocidades não é preciso força, só oportunidade – acompanhada, claro, de uma mente doentia.

É alarmante o número de casos atualmente conhecido como “Síndrome da alienação parental”. Após a separação, a detendora da guarda, na maioria dos casos a mãe, movida pelo ódio e desejo de vingança pelo fim do relacionamento, realiza uma espécie de ‘lavagem cerebral’ na cabeça dos filhos, induzindo-os a odiar o pai, além de mentir e omitir fatos a fim de dificultar o encontro entre eles, gerando transtornos para pai e filho ao longo da vida. Há relatos de filhos que dizem ter odiado o genitor durante toda a infância e que só agora, na idade adulta, percebeu que foi forçado a acreditar que ele era má pessoa.

Até quando precisaremos de leis que nos protejam de nós mesmos? As igrejas estão super lotadas de pessoas que buscam aperfeiçoamento. Nada contra. Mas as leis e a igreja são medidas não preventivas, são paliativas. Essas mulheres precisam de equilíbrio emocional e isso não é conquistado com punição, mas com tratamento psiquiátrico.

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